quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Wallpapers de jogos clássicos

Vi no excelente Retro Games Brasil uma boa dica para quem busca papéis de parede de jogos clássicos, o site: DesktopGaming.


Adivinhe de qual jogo é a imagem acima?

O melhor de tudo é que os próprios usuários podem fazer upload de seus próprios papéis de parede. Fica a dica!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Análise: Rock N' Roll Racing

Rock N' Roll Racing foi lançado em 1993 para SNES e Mega Drive, pela Silicon & Synapse (atual Blizzard), e criou uma legião de fiéis seguidores tão grande que até hojem vivem e respiram o jogo.

Não lembra desse game? Bem, farei uma rápida recaptulação para refrescar a memória: corrida de carros, muitas armas e jogo sujo, campeonato interplanetário, um narrador doidão, tudo isso ao som de Rock n' Roll! Lembrou? Não é possível! Se nunca jogou este clássico, pode ter a certeza de que perdeu um dos jogos mais divertidos da era 16 bits!

Como pode ser extraído acima, trata-se de um jogo de corrida em que 4 competidores disputam simultaneamente um campeonato envolvendo 5 planetas (Chen VI, Drakonis, Bogmire, New Mojave, Nho e Inferno).

Rock 'n Roll Racing

O jogador pode escolher entre 5 pilotos, cada um de um planeta e com as suas características próprias. São eles: Snake Sanders (Terra), Tarquinn (Aurora), Jake Badlands (Xeno Prime), Katarina Lyons (Panteros V) e Cyberhawk (Serpentis). Além disso há um personagem secreto chamado Olaf (o mesmo do jogo The Lost Vikings).

Um dos grandes diferenciais é que os carros podem ser equipados com armas que auxiliam o jogador durante a corrida. Em Rock N' Roll Racing, vale tudo! Com o dinheiro ganho nas corridas é possível equipar o carro com novas peças e armas, o que o torna muito divertido.

Rock N' Roll Racing

Talvez o ponto alto do jogo seja a trilha sonora e efeitos sonoros. Os efeitos sonoros contam com a narração de "Loudmouth Larry" com seus comentários que se eternizaram no boca a boca dos jogadores. Frases como "Let the carnage begin!" e "The stage is set, the green flag drops!" são as marcas registradas.

A trilha sonora fica por conta do bom e puro Rock N' Roll, afinal trata-se de Rock N' Roll Racing!!! A versão para SNES conta com os seguintes clássicos (instrumental):

George Thorogood - Bad To The Bone
Black Sabbath - Paranoid
Henry Mancini - Peter Gun
Deep Purples - Highway Star
SteppenWolf - Born To Be Wild

O jogo tem um esquema de password revolucionário para a época. Com uma série de dígitos o jogador restaura todas as características do jogo interrompida (carros, armas, dinheiros, status no campeonato, etc). Há inclusive um gerador de passwords que pode ser verificado clicando [aqui].

Como mencionado acima, a legião de fãs do jogo é tão grande que há no Brasil uma site e um fórum de discussão dedicado inteiramente a ele: Rock N' Roll Racing - Brazilian Fans. O pessoal é tão aficcionado pelo jogo que até conseguiram uma narração personalizada feito pelo grande Loudmouth Larry. Há campeonatos online, tutoriais, dicas, papéis de parede para enfeitar o computador... O vídeo abaixo é um exemplo de um jogo online entre dois brasileiros:


Infelizmente, o jogo nunca teve uma continuação. Houve a tentativa comercial de fazer do jogo Red Asphalt (para PS1) sua continuação, entretanto, não colou.

Rock N' Roll Racing é um fenômeno da cultura pop nerd dos anos 90. De acordo com o Rock N' Roll Racing - Brazilian Fans há pelo menos duas músicas inspiradas no jogo (Rose Tatoo - Butcher And Fast Eddy e Los Nikis - Olaf El Vikingo). Tendo em vista as razões acima (e muitas outras) é um jogo a ser eternizado.

Infos/imagens: Roll Racing - Brazilian Fans, Wikipedia e MobyGames.

Nome: Rock N' Roll Racing
Tipo: Jogos / Corrida
Ano: 1993
Autor: Silicon & Synapse
Tamanho: ???
OS: SNES
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Para onde vai o Mario quando ele morre?

A charge abaixo tenta esclarecer um dos pontos mais filosóficos da história dos games: o que, raios, acontece com o nosso querido Super Mario quando ele morre? Clique na imagem para ampliar.



Qual a sua opinião? Ajude a fomentar essa importante e filosófica discussão!

Fonte: vi no Judão que viu [aqui].

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Análise: SimTower

O sucesso de SimCity fez com que a Maxis e outras gamehouses explorassem o conceito de jogos simulação. SimTower foi um dos frutos da febre "contruir e criar". O jogo foi lançado pela Maxis, em 1994, pouco tempo depois de SimCity 2000 e teve uma considerável popularidade entre os fãs do gênero.

Como o próprio nome indica, o objetivo do jogo é criar uma torre (prédio comercial). O jogador deverá fazer com que a torre cresça, consequentemente, aumentando a população comercial e residente do empreendimento.

É possível construir uma série de estabelecimentos como: escritório, comércio, hotel, restaurantes, etc. Quanto maior a população que frequenta o prédio, maior deverá ser a variedade e a quantidade de estabelecimentos.

Uma das chaves para o sucesso em SimTower é criar uma boa infraestrutura no edifício. Dessa forma, saber distribuir os elevadores, escadas, equipamentos de segurança, etc, é fundamental para o sucesso do empreendimento. Assim como em SimCity, há uma série de desastres que podem ser minimizados se a infraestrutura disponível for adequada (por exemplo: incêndio).

SimTower SimTower

O progresso do jogo é baseado em estrelas, como ocorre com os hotéis. A partir de um determinado número de pessoas que frequentam o edifício, o jogador ganhará uma estrela. A título ilustrativo, a primeira estrela é dada quando a população atinge 15.000. Além disso, uma série de novos estabelecimentos e opções é liberada cada vez que o jogador ganha uma nova estrela.

Confesso que criei uma grande expectaviva por este jogo. Assim que foi lançado fiquei muito empolgado. Entretanto, logo me decepcionei. Depois de jogar SimCity e SimCity 2000 um jogo do gênero deveria agregar muitas novidades e interatividade. Não é o caso de SimTower. O jogo não é ruim, mas cansa. Além disso, é nítido que SimTower não acompanha o padrão Maxis Sim City. Tal fato é facilmente justificável, já que SimTower foi adquirido pela Maxis a partir de uma produtora japonesa.

Em 1998 foi lançada uma sequência do jogo chamada Yoot Tower que, sinceramente, desconheço...

Infos/imagens: MobyGames, Wikipedia e Abandonia.

Nome: SimTower
Tipo: Jogos / Simulação
Ano: 1994
Autor: Maxis
Tamanho: 2,8 Mb
OS: Win
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Nova versão do DOSBox Portable

Hoje, foi lançada uma nova versão DOSBox Portable (0.72 Revisão 2). A versão corrige alguns pequenos bugs da anterior e insere algumas linhas de comando adicionais. Para os novatos, o DOSBox emula um Intel x86 PC, permitindo com que jogos antigos de DOS rodem normalmente no Windows.

Nome: DOSBox Portable 0.72 Revision 2
Tipo: Utilitários
Tamanho: 1,3 mb
OS: WIN 98/Me/2000/XP/Vista
Licença: Freeware/Opensource
Download: [aqui]

Dúvidas de como usar? É só visitar o Tutorial DOSBox do Blog dos Joguinhos!

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Os 3 melhores (menos piores) filmes inspirados em jogos

Infelizmente, não há até o momento nenhum grande filme inspirado em um jogo. É claro que existem bons filmes que se tornaram jogos, como é o caso de Matrix. Entretanto, esse não é o escopo do post. Abaixo, segue a lista daqueles que se salvam dentre as bisonhas adaptações dos games para as telonas.

Obs: Esta seleção é continuação deste post, em que listei aqueles que considero as piores adaptações.

Os melhores (menos piores):



3. Lara Croft: Tomb Raider

Primeiro, é preciso esclarecer que o filme não é excelente. Na verdade, é quase bom. Entretanto, tendo em vista a dificuldade de se encontrar filmes bons baseados em video games, ele acabou sendo enquadrado em meu Top 3. Ainda assim, se você não assistiu, não perca tempo.

2. Resident Evil

É um bom filme de ação. Obviamente, o jogo é muito melhor. Mas entre as pérolas que encontramos no gênero, Resident Evil não se sai mal. Tanto é verdade que gerou duas continuações (péssimas, assumo). Enfim, Milla Jovovich tem uma atuação justa e o resto do elenco, pelo menos, não atrapalha. A história conhecemos bem e, na medida do possível, não foi destruída por um diretor bisonho.

1. Silent Hill

Que fique claro que o filme não é espetacular. É mediano. Entretanto, isso já é o suficiente para ter feito de Silent Hill o melhor filme inspirado em video game, na humilde opnião deste blogueiro, até a data deste post. As atuações são justas. O cenário sombrio é o forte do filme. As cenas são conexas (comentário inspirado em House of the Dead). Os efeitos sonoros, um dos destaques do jogo, não dão vexame. Há sustos, há emoção, há mocinhos e montros. Tudo que um bom filme de video game deveria ter e até o momento ninguém tinha tido a capacidade de fazer.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Análise: Castle Wolfenstein

Ao ler o título imaginou um jogo de tiro, em primeira pessoa, com cenário 3D? Pois, errou! Estamos falando de Castle Wolfenstein, o clássico joguinho da Muse Software de 1982 que inspirou a franquia de sucesso da id Software e para muitos o melhor jogo de ação já produzido. O game foi lançado inicialmente para Apple II e depois para DOS e Atari e é considerado o precursor do gênero "stealth game" (ex: Metal Gear).

A história se passa durante a segunda guerra mundial e o objetivo é sair do castelo roubando o máximo de informações e estratégias de guerra dos alemães.

O início do jogo é tenso. O jogador tem uma arma e algumas balas que roubou de seu companheiro de cela e deverá fugir dos guardas que o perseguem. Há dois tipos de guardas: os fáceis de derrotar e os difíceis (SS Stormtroopers), que além de serem mais inteligentes, usam coletes a prova de bala. O jogador deverá optar por matá-los, rendê-los e/ou se fantasiar de guarda para avançar. Balas, munições e coletes (e bebidas!) são obtidos dos guardas mortos e rendidos. O ideal é economizá-los o máximo possível.

Sugiro reparar os gritos dos guardas e outros sons (grunhidos) ouvidos durante o jogo uma vez que foram um grande avanço para a época.

Considerando a idade do jogo, pode-se dizer que é muito rico em detalhes e diversos de seus conceitos foram aproveitados em jogos posteriores. Temos mais um claro exemplo de que uma boa idéia é requisito essencial para um bom jogo. Enfim, não foi a toa que a id Software se inspirou nele para criar a sua franquia de sucesso.

Castle Wolfenstein

Curiosidades:

- Foi criada uma paródia do jogo chamada Castle Smurfenstein em que os gráficos e sons foram substituídos por similares do desenho The Smurfs.

- O jogo também é conhecido como Wolfenstein 2D.

Infos/imagens: HOTU, MobyGames e Wikipedia.


Nome: Castle Wolfenstein
Tipo: Jogos / Ação / Estratégia
Ano: 1982
Autor: Muse Software
Tamanho: 69 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Whisky on the Tetris

Encontrei em um blog supimpa, fotos de forminhas de gelo no formato de tetraminos:



A idéia realmente é muito boa! Entretanto, há o risco de alguns viciados em games terem mais uma justificativa para beber umas e outras. Aliás, você já conhece a história de Tetris segundo Vadim Gerasimov?

Fonte: Supimpa

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Os 3 piores filmes inspirados em jogos

Tendo em vista a proximidade do Oscar, resolvi fazer dois posts especiais explorando a relação jogos x cinema. Neste primeiro post irei listar aqueles que, na minha opinião, são os 3 piores filmes inspirados em vídeo games. Na realidade, infelizmente, não é muito difícil encontrar filmes ruins inspirados nos games...

OS PIORES:

3. Super Mario Bros.

Em tese, os atores eram bons. Em tese, o investimento foi alto. Em tese, o tema atrairia uma legião de fãs. O que deu errado? Bem, na verdade é difícil dizer o que não deu errado...

2. Street Fighter

Street Fighter foi um filme que tinha tudo para dar certo, mas conseguiu fazer tudo dar errado... Um elenco com vários nomes de peso (o que não é sinônimo de bons atores), uma legião de fãs no auge do jogo e um enredo fácil de ser explorado (muita porrada!). Entretanto, o resultado foi um filme que até hoje é sinônimo de piada... Em breve, será lançado um novo filme inspirado no jogo. Vamos torcer que faça jus ao nome da franquia!

1. House of the Dead

O que fizerem com a excelente franquia de jogos House of the Dead ao lançarem o seu filme foi um crime, uma aberração! O filme não é só o pior filme baseado em games que já vi, mas, sim, o pior filme de qualquer gênero que já presenciei. Aliás, posso afirmar que os minutos que dediquei ao filme, foram minutos perdidos. Não é a toa que atualmente ocupa o 30º lugar na lista dos 100 piores filmes do IMDB. Méritos ao seu diretor Uwe Boll que cometou o mesmo crime com: Alone in the Dark e BloodRayne (que não participaram dessa lista para que eu não fosse repetitivo).

Aviso: Se você gostou desse filme, por favor, vá procurar um bom médico!

E ai, você concorda com a lista? Dê a sua opinião!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Análise: Drug Wars

Em 1984, um programador chamado John E. Dell criou um joguinho para demonstrar uma teoria econômica envolvida em um de seus projetos escolares. Até aí, não há novidade nenhuma e seria mais um mero trabalho escolar, talvez um pouco mais original do que os usuais seminários ou monografias.

Porém, um fato chamou a atenção e perpetuou o jogo criado pelo rapaz: o seu tema. De uma maneira geral, o joguinho tem a temática de simulação de negócios (business simulation). Nada de mais? Bem, na verdade os negócios simulados envolvem a compra e venda de drogas. Sim, o jogo simula o mercado por meio dos diversos cenários envolvendo a compra e a venda de drogas!

O sucesso foi tão grande que o seu jogo e o conceito trazido por ele virou um hit que se perpetuou até os dias de hoje...

O jogador é um pequeno traficante de drogas de Nova Iorque. Em um período de 30 dias deverá conseguir acumular a maior fortuna possível. Para isso, terá que comprar e vender drogas nas diversas regiões da cidade. Em cada região o preço variará de acordo com a demanda do local e fatos inesperados podem causar grandes flutuações negativas ou positivas (por exemplo, apreensão de carga pela polícia).

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Diversos jogos foram criados a partir do conceito de drugwars, entre os mais famosos estão Dope Wars da Beermat Software e DrugLord. Apesar do tema ser politicamente incorreto, o conceito trazido pelo lógico irá viciar (péssimo trocadilho) os amantes do gênero de simulação.

Infos: Wikipedia e BBS Documentary Library.

Nome: Drug Wars
Tipo: Jogos / Simulação
Ano: 1984
Autor: John E. Dell
Tamanho: 26 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Análise: Striker

Já havia deixado claro [aqui] que o meu jogo favorito de futebol (e na minha opinião o que mais marcou os games do gênero) é/foi Internationational Super Star Soccer. Entretanto, antes dele eu tive outro favorito. O seu nome? Striker.

Talvez por ter sido lançado em 1992 por uma game house de pouco expressão na época, a Rage Software, o jogo não se popularizou como deveria. Entretanto, se destacava e muito dos demais jogos de futebol existentes. A propósito, além da versão para PC, o jogo também foi lançado para SNES, Mega Drive e outros consoles.

Apesar dos requisitos da versão para PC não exigirem muito dos computadores atuais (a título ilustrativo, requer 640 Kb de memória RAM), os gráficos em 3D impressionam. Aliás, os gráficos foram um dos pontos positivos e que destacavam Striker de seus concorrentes.

Além disso, o outro fator que destacava o jogo e na minha opinião o mais legal de todos, era a possibilidade de editar o nome dos jogadores de seu time e o uniforme. Para se ter uma idéia, poder editar o meu Corinthians em um jogo do início da década de 90 era algo inimagínavel... tente imaginar, então, criar um confronto entre Corinthians e Palmeiras numa época em que ambos times estavam em alta! Diversas tardes de verão foram dedicadas nestes clássicos...

Outra vantagem do jogo era a possibilidade de jogar o futebol tradicional ou o futebol indoor. Além de Striker, não conheço nenhum jogo que dava essa possibilidade aos jogadores. Tudo bem, que futebol indoor não é a coisa mais legal do mundo, entretanto, em uma época em que os jogos eram limitados, essa opção fazia muita diferença!


Striker teve algumas outras versões lançadas, sem muito sucesso. Talvez a de maior repercussão após a original foi Striker 95.

Infos: HOTU e Wikipedia.

Nome: Striker
Tipo: Jogos / Futebol
Ano: 1991
Autor: Rage Software
Tamanho: 404 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

A História de Tetris por Vadim Gerasimov

por Vadim Gerasimov, livre tradução ao português por Blog dos Joguinhos.
fonte: texto original em inglês

Tetris é um jogo muito popular desenvolvido entre 1985 e 1986 por mim, Alexey Pajitnov (Pazhitnov) e Dmitry Pavlovsky. Pajitnov e Pavlovsky eram engenheiros de computação do Centro de Computação da Academia Russa de Ciências (Russian Academy of Sciences). Eu era um estudante colegial de 16 anos de idade. Meu professor de ciências da computação, Arkady Borkovsky, me levou ao Centro de Computação onde eu trabalhava e mexia com computadores IBM. Eu rapidamente aprendi sobre programação e me divertia trabalhando com diversos projetos.

Dmitry percebeu a minha existência quando eu estava escrevendo um programa para encriptar diretórios do MS-DOS. Ele me disse que gostava de jogos de computador e tinha desenvolvidos alguns jogos para o computador mainframe. Ele me perguntou se eu estava interessando em ajudá-lo a converter os jogos para a plataforma PC e trabalhar com ele no desenvolvimento de novas idéias. Eu, obviamente, estava muito interessado. Pavlovsky me mostrou os seus jogos e me deu o código fonte de um deles. No dia seguinte, eu converti o jogo para a plataforma PC. Assim, começamos a trabalhar juntos.

Em pouco tempo Dmitry me apresentou para o seu amigo Pajitnov que também estava interessado em desenvolver jogos de computador. Dmitry me contou que Alexey já havia negociado a venda de alguns de seus jogos com temas ligados a psicologia. Alexey nos mostrou alguns jogos que haviam sido desenvolvidos recentemente. Decidimos trabalhar como um time. Minhas funções eram: perito na plataforma PC, programador e designer gráfico.

Nossa idéia era elaborar uma dúzia de jogos viciantes para a plataforma PC e colocá-los juntos em um único sistema que chamamos de "funfair". Pajitnov e Pavlovsky também pensavam em vender os jogos. Entretanto, esta idéia não era muito comum e de fácil aplicação na época, uma vez que vivíamos na União Soviética. Criar e vender algo de forma privada era considerado altamente irregular. Nos focamos em criar ferramentas para a plataforma PC, convertendo jogos recentes e desenvolvendo novas idéias de jogos.

Em poucas semanas, havíamos convertidos todos os jogos mais antigos que valiam a pena e desenvolvido bibliotecas de suporte gráfico (4 cores, 320x200), de textos e sons para os nossos jogos. Em poucos meses tínhamos uma série de bons jogos. A maioria deles foi provalvemente perdida. Recentemente encontrei apenas um deles. O jogo era um remake de Xonix com um campo invertido e escondido de jogo. Dmitry o chamou de Antix (abreviação de Antixonix). Atenção: o jogo não possui velocidade (proper time delay) apropriada e roda de maneira muito rápida nos computadores modernos, exceto se você usar um software de emulação. Eu não sei quem desenvolveu o jogo Xonix original. Mas o jogo foi um grande sucesso no Centro de Computação e nas redondenzas de Moscow antes de Tetris ser lançado.

Alguns meses depois de termos começado a trabalhar juntos, Pajitnov veio com a idéia de Tetris. Antes de nos conhecermos, ele tinha um jogo de computador chamado Genetic Engineering (Engenharia Genética). Nele o jogador tinha que mover uma peça com quatro lados (tetramino) em volta da tela usando o teclado. O jogador poderia montar várias formas. Eu não lembro exatamente o objetivo do jogo, mas me parecia bastante estúpido.

Durante uma de nossas reuniões, Pajitnov contou para mim e Pavlovsky sua nova idéia de um tetramino caindo em um vidro retangulo e se empilhando no fundo. Ele acreditava que um jogo como este faria sucesso. Rapidamente, após discutirmos a idéia, Pajitnov fez um protótipo para Electronica 60, então, eu o converti para a plataforma PC usando as ferramentas que havíamos desenvolvido. Pajitnov e eu continuamos a adicionar detalhes ao programa por alguns anos.

O nome Tetris foi puramente idéia de Alexey. A palavra é uma combinação de tetramino com tennis. Na minha opinião, a palavra soava um pouco estranho em russo, mas Pajitnov insistia em dar ao jogo esse nome.

Alguns anos depois Pajitnov e eu desenvolvemos uma versão para dois jogadores de Tetris e trabalhamos em alguns projetos de testes psicológicos para o amigo de Alexey chamado Vladimir Pokhilko. Vladimir foi o primeiro psicólogo clínico que conduziu experimentos com Tetris. Na versão de Tetris para dois jogadores, o vidro não tinha fundo, As peças de um jogador vinham de cima enquanto a do outro vinha de baixo. Os jogadores competiam pelo espaço.

As tentativas de Pajitnov para vender os jogos de forma conjunta falharam. Assim, decidirmos dar aos nosso amigos cópias gratuitas dos jogos, incluindo Tetris. Os jogos rapidamente se espalharam. Quando a versão para PC de Tetris chegou além da União Soviética, e uma empresa estrangeira teve o interesse de licenciar Tetris, Pajitnov decidiu abandonar todos os jogos, exceto Tetris. A decisão não foi muito bem aceita por Pavlovsky e isso acabou com o time deles.

Em 1991, Pajitnov mudou para os Estados Unidos com o seu amigo Vladimir Pokhilko. Pavlovsky imigrou para o Reino Unido em 1990.

Tetris gerou muitos lucros para para algumas organizações e pessoas não esperadas e causou uma série de batalhas legais. Você pode ler sobre o lado business da história no livro Game Over de David Sheff. Um interessante documentário da BBC, filmado entre 2003/2004, retrata alguns dos eventos e visões atuais sobre algumas pessoas chaves envolvidas nos negócios.

Alexey Pajitnov e um empreendedor norte americano (Henk Rogers) fundaram a Tetris Company. Eu não tenho nenhuma relação com a empresa e não apoio a sua política. Ao contrário do que alega Henk Rogers, não houve nenhum acordo direto entre Pajitnov e eu. Na União Soviética, onde negócios privados não eram autorizados e o conceito de propriedade intelectual não era definido, pessoas não podiam fazer acordos diretos deste tipo. O Centro de Computação da Academia Russa de Ciências era a proprietária de tudo aquilo que criamos. Alguns anos depois a situação na União Soviética mudou, mas isso é uma outra história. Quando eu trabalhei no desenvolvimento de Tetris, mesmo uma organização governamental não poderia me contratar por que eu ainda era menor. Eu trabalhei no desenvolvimento de Tetris apenas por diversão. Eu não me lembro de Pajitnov alguma vez ter me pago algo em razão do Tetris. Pajitnov começou a negociar os aspectos financeiros da situação alguns anos depois quando ele e Henk Rogers participaram da negociação com a Elrog (única organização governamental da União Soviética que poderia vender softwares para o exterior). Pajitnov passou na minha casa e pediu para eu assinar uns papéis com urgência sob a justificativa de que "ganharíamos muito dinheiro das empresas de jogos". Ele não me deixou uma cópia dos papéis. Pelo o que eu me lembre, o papel dizia que eu concordava em dar para Pajitnov todos os direitos para lidar com negócios e que recusaria qualquer indenização relacionada ao Tetris. Eu não concordei plenamente com o conteúdo, mas confiei em Alexey e assinei os papéis mesmo assim. Em alguns meses meu nome desapareceu de todas as novas versões de Tetris e de toda documentação relacionada. Alexey registrou uma licença (copyright) do jogo nos Estados Unidos (R/N PA-412-170) relacionada a versão gratuita de Tetris para PC (versão original 3.12) que desenvolvemos juntos.

A primeira versão de Tetris para MS DOS

A primeira versão para MS DOS de Tetris foi implementada alguns dias depois de Alexey desenvolver o protótipo para Electronica 60. Todos nós = Dmitry, Alexey, e Eu - éramos fãs de Pascal e sua estrutura de programação apesar do artigo recentemente publicado Programadores de Verdade não usam Pascal ("Real Programmers Don't Use Pascal").Nós usamos vários tipos de Pascal para implementar as nossas idéias do jogo. No MS DOS a nossa escolha era o Borland's Turbo Pascal. Eu comecei programando com a versão 1.0. Na verdade, eu ainda me divirto programando com Turbo Pascal - Borland Delphi. Na última versão de Tetris que trabalhamos juntos, usamos o Turbo Pascal 4. A última versão do jogo é a 3.12. Apesar de 3.12 ser um número meramente arbitrário uma vez que não tinhamos uma política de numeração de versões. A propósito, esta versão tem um Easter Egg. Embora não seja um Easter Egg sofisticado, eu imagino se alguém irá descobri-lo.

A versão para MS DOS é um pouco diferente da minuta para Electronica 60 que inicialmente tinha apenas o vidro e a contagem de pontos. Esta versão rodava em um monitor alfanumérico monocromático (verde/preto). Os quadrados do tetramino eram desenhados como um par de [ ]. O jogo era divertido e viciante mesmo dessa forma. Isso nos deu um motivo para correr com a implementação da versão para MS DOS. Eu acredito que Alexey expandiu a sua versão para Electronica depois que a passamos para PC para igualar algumas das características que fizemos na versão PC. Eu nunca trabalhei com a plataforma Electronica.

Diligentemente impementamos a versão MS DOS de uma forma que pudesse rodar em qualquer PC disponível. O programa rodava em versão de texto usando símbolos coloridos para representar os tetraminos. O jogo poderia inclusive reconhecer automaticamente o cartão monocromático da IBM ajustando a forma como ficaria impresso na tela. A frequência do clock do PC já existia com a introdução do IBM PC AT e PC clones. Muitos jogos lançados para os modelos PC e PC XT (4.77 MHz) rodavam de forma muito acelerada nas máquinas mais novas. A última versão de nosso jogo foi uma das primeiras a usar a sua própria frequência de tempo/velocidade. Vinte anos depois, o mesmo programa ainda funciona sem nenhuma mudança, aparenta e é o mesmo (especialmente na tela cheia do DOS Box).

*****

Nota do Blog dos Joguinhos: Os jogos mencionados para download no artigo foram testados no DOSBox e funcionaram perfeitamente.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Análise: Ghostbusters (1988)

Antes de falar sobre o jogo vou comentar como o conheci com o "clone" do Nintendo 8 bits, o Phantom System. Para quem não sabia ou não vivenciou sua época, era um console nacional da Gradiente que foi lançado já no final dos anos 80. Era compatível com os cartuchos do Nitendinho (NES 8 bits). Teve seu breve sucesso por ter sido lançado numa época em que a Nintendo não demonstrava o mínimo interesse em lançar o seu console por aqui.

Como o Atari já estava mais do que saturado no mercado e todos queriam novidades, o Phantom System foi quem proporcionou para muita gente, o primeiro e talvez o maior salto de qualidade nos games. Eu particulamente fiquei mais espantado e entusiasmado quando saí do Atari para os jogos 8 bits, do que nos tempos atuais.

Ghostbusters foi um dos primeiros games que joguei no Phantom. Naquela época o filme já era um sucesso, jogá-lo então era uma ótima experiência. De início você ficava rodando um mapa, que mais parecia um tabuleiro até conseguir encontrar uma ocorrência para ir solucionar. Você tinha um medidor de "PK Energy", que quando chegava em um determinado nível você podia mandar bala. A melhor hora era quando entrava em ação. Primeiro você corria com o carro dos Caça-Fantasmas pelas ruas, enfrentando diversos obstáculos até chegar ao prédio ou construção que estava sendo assombrada. Chegando no recinto era só utilizar seus equipamentos para capturar os fantasmas, igualzinho aos do filme e desenho.

No mapa inicial você podia também comprar equipamentos para facilitar a vida de seus caça-fantasmas, além de ter a opção de pegar um carro melhor. Para quem não tem um emulador de Nintendo no PC, uma ótima dica já foi dada aqui no Blog dos Joguinhos, O Emulador de NES online (vNes), dentre os vários games deste console temos é claro este que foi um verdadeiro clássico.

Infos/imagens: Wikipedia.

Nome: Ghostbusters
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1988
Autor: Activision
OS: NES 8 bits
Link para o game no emulador online (vNes): [aqui]

Por Márcio Melo - Porra, man!, gentilmente convidado para escrever periodicamente aqui no Blog dos Joguinhos.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Tutorial: Como rodar jogos e/ou aplicativos de versões antigas do Windows

Anteriormente, ensinei como fazer para rodar jogos de DOS no DOSBox. Entretanto, é comum que alguns jogos antigos de Windows apresentem incompatibilidade com as versões mais recentes do sistema operacional. Dessa forma, sugiro duas alternativas para sanar a incompatibilidade:

Alternativa A - Utilizar o assistente de compatibilidade de programa do Windows XP

Para iniciar o Assistente de compatibilidade de aplicativos, clique em "Iniciar", clique em "Ajuda e suporte", clique em "Localizar hardware e software compatíveis com o Windows XP" e, em seguida, em "Consulte também" no painel de navegação, clique em "Assistente de compatibilidade de programa". Então, siga as instruções do assistente que é auto explicativo.

Alternativa B - Configurar manualmente as propriedade de compatibilidade (também funciona no Vista)

1 - Clique com o botão direito do mouse no ícone do programa na sua área de trabalho ou atalho no menu "Iniciar" do programa que deseja executar e, em seguida, clique em "Propriedades".

2 - Clique na guia "Compatibilidade" e altere as configurações de compatibilidade do programa. Por exemplo, escolha Windows 95.



3 - Teste o aplicativo na compatibilidade escolhida e veja se conseguiu o resultado esperado. Caso contrário, altere novamente a compatibilidade até obter sucesso.

Dica: caso o procedimento acima não funcionar, tente alterar a resolução do monitor para a execução do aplicativo, que fica na mesma janela das opções de compatibilidade. Alguns jogos antigos rodam apenas com a resolução 256 cores.

Fonte: Centro de Ajuda e Suporte do Windows XP (que acompanha o próprio Windows) com algumas inserções do Blog dos Joguinhos.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Vídeos: Tetris Humano


O vídeo acima é um dos mais incríveis que já vi e foi visto no Youtube mais de 3 milhões de vezes. Atores imitam o gameplay do jogo Tetris, acompanhados de uma versão vocal da trilha sonora. Parabéns ao pessoal do Game Over Project e do Not So Noisy.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Jogos para BlackBerry

Além do uso profissional, que é a prioridade do BlackBerry, há uma série de joguinhos clássicos e remakes de jogos antigos que podem ser baixados gratuitamente e são excelentes para ajudar a passar o tempo.

Abaixo segue uma lista de joguinhos clássicos que selecionei. Todos são compatíveis com o modelo 8310 Curve (foto ao lado) e são gratuitos (alguns mediante propaganda):

- Asteroids
- Connect 4
- DOOM
- Dope Wars
- Pacman
- Space Invaders
- Zelda
- Variações de tetris: [aqui] e [aqui]

Quer mais? Então sugiro clicar [aqui].

Fonte: BlackBerry World Brazil

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Análise: Pitfall!

Pitfall, um dos maiores clássicos do Atari 2600, foi lançado em 1982 pela Activision a partir da idéia e projeto de David Crane.

O joguinho foi um grande sucesso na época e vendeu mais de 4 milhões de cópias. Até hoje muitos elegem Pitfall como um dos jogos mais divertidos já produzidos. E pensar que tudo isso veio da idéia de David Crane de fazer um joguinho que tivesse um homem palito correndo...

O objetivo é muito simples: controlar o personagem principal Pitfall Harry (sim, é o nome do garoto) por uma floresta-labirinto com o intuito de recuperar 32 tesouros espalhados pelo cenário em um período de 20 minutos. Durante o percurso, o jogador encontrará muitos obstáculos como buracos, jacarés e cobras.

A cada objeto que é recolhido, o jogador ganhar determinado número de pontos que varia de 2.000 a 5.000. Encostar nos obstáculos culminará na perda de pontos. A pontuação máxima para completar o jogo de forma perfeita é 114.000 pontos.

Ao iniciar o jogo nenhuma tela de opções ou texto orienta o jogador, o que pode causar confusão para os iniciantes (como ocorria com a maioria dos jogos do Atari). Entretanto, a jogabilidade é extremamente simples e fácil de ser captada. Não tem segredo...

Pitfall teve uma série de sequências para diversos consoles, entretanto, nenhuma fez tanto sucesso ou teve tanto impacto quanto a versão original de 1982 que pode ser jogada online [aqui].

Pitfall!

Curiosidades:

- O jogo foi tão popular que inspirou uma série de TV baseada em seu personagem.

- Dizem que o grito do personagem na corda foi inspirado em Tarzan.

- Há boatos de que o personagem Indiana Jones foi inspirado em Pitfall. Entretanto, considero que não seja verdade, uma vez que o primeiro filme da série é de 1981 e o jogo foi lançado no ano posterior.

- Jack Black estreou na televisão em um comercial do jogo, conforme pode ser visto no vídeo abaixo:


Infos/imagens: MobyGames e Wikipedia.

Nome: Pitfall!
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 1982
Autor: Activision
Tamanho: ???
OS: Atari 2600
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Joguinhos Favoritos dos Blogueiros - Edição 4

O convidado da quarta edição dos Joguinhos Favoritos dos Blogueiros é um Usuário Compulsivo e autor de um de meus blogs favoritos! Seguem as suas respostas:

Blog: UsuárioCompulsivo e iPhoneOne
Nome: Compulsivo
Idade: 30

Joguinho Favorito: Prince of Persia e Ghost Goblins.
Motivo: São joguinhos da minha época, fáceis de jogar. Entretenimento garantido.

Opinião Blog dos Joguinhos: Talvez um dos maiores mistérios da blogosfera é saber qual é o nome do Compulsivo... o cara é um mistério. Fora isso, ótimas escolhas e em breve Prince of Persia ganhará uma análise no blog.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Análise: 5 Days a Stranger

Apesar de ser não ser um joguinho antigo, uma vez que foi produzido em 2003, tomarei um post para falar do excelente 5 Days a Stranger. Trata-se de um jogo independente de aventura com dose de terror sobrenatural que não perde nada para os jogos dos grandes estúdios e remetem aquilo que os joguinhos antigos tinham de melhor: o enredo. Além disso, o fato de ser um freeware é um grande atrativo.

O jogador controla o elegante assaltante Trilby que invade a suposta mansão abandonada dos DeFoe para realizar mais um de seus roubos. Entretanto, Trilby logo descobrirá dois importantes pontos: (i) não está sozinho na mansão, e (o pior) (ii) está preso nela! Na realidade, uma força sobrenatural os mantém preso e um assassinato atormenta a todos. O seu objetivo é resolver o mistério que ronda o sobrenatural para, enfim, sair livre.

Toda a aventura do jogo é feita através das ações e interações de Trilby com os objetos e pessoas que aos poucos serão descobertos. Não se surpreenda caso você fique com medo ou leve grandes sustos durante o jogo, uma vez que o ótimo enredo, trilha sonora e gráficos te prendem para dentro do jogo.

A jogabilidade fácil e intuitiva é outro ponto positivo. Em alguns minutos, o jogador estará totalmente adaptado ao estilo do jogo e não encontrará grandes dificuldades no seu progresso. O ponto negativo é que 5 Days a Stranger é o tipo de jogo que deve ser jogado apenas uma vez, já que solucionado o mistério, o grande atrativo acabará.

O joguinho teve uma seqüência chamada 7 Days a Skeptic e foi produzido por Ben Croshaw. O Blog dos Joguinhos recomenda!





Infos/Imagens: Site Oficial e HOTU.

Nome: 5 Days a Stranger
Tipo: Jogos / Aventura
Ano: 2003
Autor: Ben Croshaw
Tamanho: 1,3 Mb
OS: Win
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Emulador Online de Jogos do Atari 2600

Recentemente indiquei um site em que é possível emular centenas de jogos do NES online.

Os fãs do Atari não ficam para trás e podem fazer o mesmo clicando [aqui]. Este site (que tem tanta propaganda que até agora não descobri o nome) emula mais de 2000 jogos do Atari 2600 sem a necessidade de fazer qualquer download.

É uma ótima oportunidade de matar a saudade de clássicos de forma rápida e prática!

É importante lembrar que sempre há uma discussão sobre a legalidade de sites do gênero. Entretanto, o site em nenhum momento permite com que os seus usuários façam o download dos jogos, sendo toda a ação online.

* Para rodar o emulador é necessário ter JAVA instalado em seu computador.

Fim das Férias

O que era bom durou pouco e estou de volta de minhas férias. A partir de hoje, a freqüência dos posts voltará ao normal. Gostaria de agradecer a todos aqueles que visitaram o blog durante este período (a média dos visitantes se manteve) e, principalmente, ao Marcio do Porra, man! que me ajudou bastante e ao Eduardo do Fuga da Lula que não deixou de visitar e deixar os seus comentários sempre importantes!

Um outro agradecimento especial ao Marcelo do excelente Sessão da Tarde que tem ajudado bastante com indicações ao blog, bem como ao Usuário Compulsivo com suas boas dicas. Para finalizar, irei kibar o Leandro e não mencionar o link do blog dele (hehehehe).

Por fim, um abraço para todos os visitantes e parceiros mencionados na lista ao lado!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Análise: Buzz Aldrins Race into Space

Buzz Aldrins Race into SpaceTodos algum dia já quiseram ser astronautas ou ter a oportunidade de visitar o espaço. Este joguinho permite de uma forma divertida e inteligente lançar as suas próprias missões espaciais.

Trata-se da disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética durante a guerra fria que se refletirá na corrida espacial. O objetivo principal é ser a primeira nação a chegar na Lua. O jogador deve escolher um dos países mencionados.

Apesar da jogabilidade ser intuitiva, alcançar o objetivo não é fácil. O jogador sofrerá uma série de insucessos antes de conseguir lançar as suas missões (alias a dificuldade do jogo foi criticada por muitos). Um dos pontos positivos é que há mais de uma maneira de chegar até a Lua (de acordo com a Wikipedia são 4).

A pressão política e bélica por trás do jogo o torna mais emocionante, inclusive o avanço das nações é noticiado nos jornais.

Buzz Aldrins Race into Space prova que um enredo inteligente é um dos segredos para um bom joguinho! Roda em DOSBox.


Curiosidades:

O CD original do jogo (primeira versão) continha mais de 500 megas com imagens e filmes ligados a temas espaciais.

Infos/imagens: Abandonia, MobyGames e Wikipedia.


Nome: Buzz Aldrins Race into Space
Tipo: Jogos / Simulação
Ano: 1993
Autor: Strategic Visions, Inc.
Tamanho: 9,3 mb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).