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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Jogos: Canabalt


Correr, correr e pular. Esse é o objetivo desse joguinho viciante e extremamente simples. A jogabilidade exige apenas uma tecla do computador...

Nada melhor que um vídeo do youtube para ilustrar o quão simples e divertido é esse jogo:




A sua versão online fez muito sucesso na internet e já foi jogada milhares de vezes.

O que poucos tem conhecimento é que além da versão online, há uma versão para PC e portable do joguinho. Ou seja, agora é possível jogar Canabalt de qualquer lugar!

Enfim, se Você nunca jogou Canabalt, garanto que está perdendo um belo joguinho. Se você já jogou, recomendo mesmo assim fazer o download. É um item obrigatório para quem gosta de games!

Infos/imagens: Site Oficial e PortableApp

Nome: Canabalt
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 2009
Autor: Adam Atomic and Danny B
Tamanho: 5 mb
OS: WIN
Info sobre como obter: [aqui]*
Jogar Online: [aqui]

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

quarta-feira, 25 de março de 2009

Jogos: Qix

Reprodução da tela do jogo/arcade Qix Lançado pela Taito em 1981, originalmente para arcade (vulgo fliperama), o joguinho fez relativo sucesso e criou uma legião de fiéis jogadores.

O objetivo do jogo é a conquista de território. Você deverá conquistar pelo menos 75% do campo aberto sem esbarrar nos inimigos, que são: umas linhas que ficam batendo no campo (parece a proteção de tela do Windows 95, lembram?) e uns seres piscantes que ficam te perseguindo ao redor do campo. Quanto mais tempo Você demorar, mais seres piscantes aparecem!

Aliás, o nome do jogo é Qix pois esse é o nome das linhas inimigas. Os seres piscantes são chamados de Sparx. Fala sério, esses nomes são muito legais!!!

A cada level completado, o nível de dificuldade aumenta. Eu sempre achei esse joguinho muito difícil e o level 1 já é bem difícil de se concluir sem perder vidas. Imagine os outros...

O jogo foi adaptado para diversos consoles como Atari, Gameboy, etc, e algumas novas versões (bem como clones) inspirados no original foram lançadas.

Aqueles que seguiram minha dica e jogaram Gotcha - totalmente inspirado em Qix - sabem do que se trata e o quão viciante é o jogo. Agora se Você não seguiu a dica, bobeou pRaiboI!

É interessante notar que jogos que eram lançados para arcade em 1981, hoje são facilmente convertidos e adaptados para o formato flash. Navegando pelo blog, há vários outros exemplos neste sentido.

Nome: Qix
Tipo: Jogos / Estratégia / Ação
Ano: 1981
Autor: Taito
Jogar Qix Online

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Jogos: Paperboy

PaperboyLançado pela Atari Games / MindScape em 1984 para arcade, Paperboy foi um joguinho de relativo sucesso, principalmente, depois de ser portado para diversos sistemas, incluindo DOS, GameBoy e NES.

O objetivo do jogador é controlar um entregador de jornais movido a bicicleta que deverá entregar diariamente os jornais nas casas dos assinantes. Entretanto, deverá superar muitos obstáculos, como buracos nas ruas, obstáculos móveis, bem como não deverá entregar os jornais nas casas erradas ou nos lugares inadequados, como, por exemplo, quebrando janelas.


Há diversos níveis de dificuldades e ao longo do jogo as fases ficam cada vez mais complicadas. Aliás, ao final de cada fase há um treino bônus em que é possível acumular pontos.

Foi lançada uma segunda versão do jogo e atualmente a versã original foi re-lançada para celular e para o Xbox Live.

É um joguinho divertido e quem ainda não conhece pode perder alguns minutos. Quem já jogou não sei o quanto vale a pena tentar novamente!

Infos/imagens: Wikipedia

Nome: Paperboy
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 1984
Autor: Atari Games / MindScape
Tamanho: 190 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]* ou [aqui]* ou [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Jogos: Jackal

Jackal, também conhecido como Top Gunner, foi um jogo de sucesso da Konami lançado a partir de 1986 para arcade e outras plataformas. O sucesso foi atingido provavelmente com a sua versão para NES.

O digamos enredo do joguinho é relativamente simples: o exército inimigo conquistou e capturou muitos de seus companheiros. Assim sendo, por que não pegar um jipe verde, matar todos os inimigos e salvar os seus colegas?

Jackal (em português livre Chacal) tem vista de cima para baixo e permite até 2 jogadores. O jipe se move em quatro direções e o jogador inicialmente pode usar uma metralhadora e algo que acredito ser um lança chamas ou bombas.


A missão, conforme adiantado acima, é localizar as instalações onde os militares estão prisioneiros, resgatar o maior número possível deles, e escoltá-los para uma aterrissagem segura onde vão ser transportados.

O resultado é um jogo divertido, que fez vários fãs e merece alguma atenção!

Infos/images: MobyGames e Wikipedia

Nome: Jackal
Tipo: Jogos / Aventura / Ação
Ano: 1986
Autor: Konami
OS: Arcade, NES e outros
Link para o game no emulador online (vNes): [aqui]

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Análise: Bomb Jack

Lançado em 1984 pela Tehkan (aka. Tecmo), Bomb Jack se tornou um clássico dos arcades e ganhou novas versões, inclusive para consoles.

O objetivo do jogo é simples: algum maluco colocou 24 bombas em diversos pontos famosos do planeta, como Egito, Hollywood, etc. O jogador controla Jack, um super herói que deverá capturar todas as bombas (apenas as tocando) saltando pelo cenário sem encostar nos inimigos.

A partir do momento em que uma bomba é desativada, uma segunda bomba se acende e pode explodir a qualquer momento. Dependendo da quantidade de bombas em seguida que o jogador desativa, poderá ganhar pontos extras de bônus.

Há alguns itens espalhados pelo cenário que ajudam Jack a ganhar pontos, vidas, etc. A partir de um determinado momento os cenários começam a se repetir, mudando apenas a dificuldade como, por exemplo, a disposição dos inimigos.

A jogabilidade é muito simples e depende apenas do direcional e um botão de comando (saltar).

Bomb Jack é um de meus jogos favoritos por unir muita diversão e simplicidade e certamente recomendo!

Infos/imagens: Klov e Wikipedia.

Nome: Bomb Jack
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 1984
Autor: Tecmo
Tamanho: ???
OS: Arcade
Jogar Online: [aqui] [versão similar mas não idêntica a do arcade]

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Análise: Gradius III

Gradius é uma franquia de jogos de nave 2D - horizontal - desenvolvida pela Konami e lançada a partir de 1985 para arcades e posteriormente para consoles, entre eles o NES (jogue Gradius no Firefox). Na Europa a franquia também é conhecida como Nemesis. A franquia lançou um dos mais tradicionais personagens do video game: a nave Vic Viper.

Gradius III é, obviamente, a terceira edição da franquia, lançada em 1991 para SNES. A versão para SNES sofreu algumas alterações com relação a versão original para Arcade, entre elas: alterações gráficas e alterações no nível de dificuldade (ficou mais fácil).

O objetivo do jogo é simples: você controla uma navinha (a tradicional Vic Viper) e deve derrotar todos os inimigos que surgirem na frente, sempre desviando dos obstáculos. Além disso, é possível obter uma série de armas (tiros, por exemplo) e recursos especiais (escudo) de acordo com o desenvolvimento do jogo.


Aliás, com relação as armas é possível "editar" a configuração de sua nave combinando diferente tipos de armas, o que é um recurso "show de bola".

Ao todo são 10 níveis, cada um com o seu tradicional chefão. O jogo, mesmo no modo easy, não é fácil e para progredir é necessário muito treinamento. Se a versão de SNES é difícil, imagine a versão para Arcade em que não há continues...

Para muitos (incluindo eu) Gradius III é um dos melhores jogos de nave já produzidos. Vale a pena experimentar!

Infos/imagens: Gradius Tribute, Wikipedia e MobyGames.

Nome: Gradius III
Tipo: Jogos / Ação / Nave
Ano: 1991
Autor: Konami
Tamanho: ???
OS: SNES
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Sonic the Hedgehog [jogos para iPod]

[este post é parte do "Especial: Jogos para iPod" do Blog dos Joguinhos - para saber como adquirir o jogo, em quais Ipods roda, etc e tal, vá até a página do especial]

Sim, nobres game maníacos, Sonic, o ouriço azul, personagem símbolo da Sega por muitos anos, e protagonista de um franquia muito popular de jogos está de volta em sua versão para o iPod.

O contexto, objetivo, enfim o jogo em si, é uma cópia daquilo que fez de Sonic um símbolo: muita ação, correria, loops, moedas e inimigos.

Abaixo os prós e os contras da versão iPod:

Prós:

Os gráficos, sons, em resumo, todos os elementos do jogo são muito fiéis a versão original do Mega Drive. A impressão é que você está realmente jogando uma mini versão do console e o iPod não perde em nada para um Gameboy nesse quesito.

Contras:

Vejo dois principais problemas nessa versão: (i) a jogabilidade do controle do Ipod, e (ii) o nível de dificuldade.

É extremamente confuso e chato controlar o jogo nos botões do Ipod. Digo mais, é irritante! Apesar de haver duas opções de controle - uma para jogar com uma mão e a outra utilizando as duas mãos - nenhuma me agrada. Definitivamente, o Ipod não foi criado para jogos de plataforma nesse estilo.

Com relação ao nível de dificuldade, mesmo com o controle bisonho, é quase impossível não ganhar. Primeiro, para o Sonic morrer é necessário que ele seja atingido enquanto tem um saldo zero de moedas, o que já é muito raro, além disso há continues infinitos e o jogador pode salvar o jogo de qualquer ponto de qualquer fase... Assim ficou fácil demais...

Conclusão: Vale a pena comprar?

Sinceramente? Não vale. O jogo não é chato mas, repito, o Ipod não é o melhor console para ele.

Para finalizar, há algum tempo um geek postou um comentário que achei muito interessante. Enquanto o Mario se reinventa e é personagem em diversos jogos, o Sonic, hoje um ouriço barrigudo e nada carismático, caiu no esquecimento e vive na memória dos fãs, dependendo de remakes como o aqui analisado. Uma pena!

Imagens: iLounge

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Análise: Cyberdogs

Cyberdogs é um jogo de ação com vista de cima para baixo (top-down) produzido em 1994 por Ronny Wester. O destaque é o fato de ser freeware.

O objetivo é simples: recolher alguns objetos espalhados por um cenário na forma de um labirinto, evitando ser pego (e morto) pelos guardas do local. O jogador pode escolher 3 diferentes personagens para controlar, além de uma série de armas e objetos de defesa de acordo com o dinheiro disponível. A compra armas e outros objetos (inclusive vidas) é mais um dos pontos positivos desse joguinho!

A jogabilidade também é muito simples e o jogador rapidamente se adapta com o ambiente do jogo.

O joguinho além de viciante é muito divertido e merece uma chance de quem nunca jogou. Infelizmente, Cyberdogs é praticamente um conceito de jogo (feito por uma pessoa, freeware e para DOS) em extinção pois está sendo substituído por similares em flash. O joguinho roda perfeitamente em DOSBox.

Infos/imagens: MobyGames e OldSchoolDos.

Nome: Cyberdogs
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1994
Autor: Ronny Wester
Tamanho: 256 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Análise: Rally-X

Quando eu construir o meu fliperama caseiro, um dos potenciais jogos instalados será Rally-X. Trata-se do clássico da Midway de 1980 em que "um carrinho deve pegar as bandeiras em um labirinto sem deixar com que os carinhos inimigos o peguem, podendo soltar fumaça para atrapalhar os adversários". Lembrou?

Bem a descrição não foi das melhores... O jogador controla um carro azul que deverá percorrer um labirinto para recolher as bandeiras. Os inimigos são os carros vermelhos que o perseguem e algumas rochas espalhadas pelo trajeto. Ah! Não podemos esquecer que tudo isso é contra o relógio que é representado pela gasolina (fuel). A única arma é soltar uma fumaça que atrapalha e impede a passagem dos inimigos. Entretanto, a fumaça aumenta consideravelmente o consumo da gasolina...

A jogabilidade é extremamente simples. O carro anda automaticamente, sendo que o jogador poderá apenas mudar a direção. Caso encontre um obstáculo, voltará no sentido oposto (com exceção das rochas que são mortais).

Frequentemente, há um estágio bônus em que o jogador poderá pegar as bandeiras sem a interferência dos carros vermelhos.


O jogo foi lançado originalmente para arcade e depois adaptado para consoles. Uma continuação do jogo foi feita em 1981 e lançada com o nome original de New Rally-X e hoje pode ser jogada via XBox Live.

A conclusão é que Rally-X é um clássico que já consumiu horas e horas de minha vida em diversos fliperamas e, definitivamente, é um jogo a ser jogado!

Infos/imagens: KLOV e Wikipedia.

Nome: Rally-X
Tipo: Jogos / Corrida / Ação
Ano: 1980
Autor: Midway
Tamanho: ???
OS: Arcade
Jogar Online: [aqui]

domingo, 27 de abril de 2008

Análise: Grand Theft Auto (GTA)

Grand Theft Auto foi o primeiro jogo da franquia de sucesso homônima e lançado originalmente para PC pela DMA Interactive (hoje conhecida como Rockstar) em 1997. O conceito do jogo foi ao mesmo tempo polêmico e inovador ao permitir que o jogador entrasse na pele de um bandido que deveria rodar livremente por uma cidade cumprindo missões e objetivos.

O jogo tem ao todo 3 cidades (mapas - Liberty City / San Andreas e Vice City) que podem ser exploradas livremente pelo jogador, que pode escolher entre 8 personagens (que na realidade só tem cores diferentes). Para ter acesso a cada uma delas é necessário cumprir missões e acumular pontos. As missões são as mais variadas e vão desde roubar bancos até explodir alvos. Para cumprir as missões é necessário ter em mente duas premissas: saber roubar carro e não ser capturado pela polícia.

O que, desde o início, mais me chamou a atenção em GTA foi a possibilidade de rodar livremente pela cidade e fazer o que quiser. Caso o jogador não queira seguir as missões pré-estabelecidas, poderá se divertir durante horas roubando carros, explodindo alvos, atropelando civis, enfim, tudo de politicamente incorreto que puder imaginar. Esse conceito de jogar a vontade sem se preocupar com as regras é fascinante!

A visibilidade do jogo também é um dos pontos fortes. Mesmo os gráficos não sendo sensacionais, a câmera vista de cima (visão aérea) contribui de forma positiva com a fácil jogabilidade. Apesar de não ser o que podemos chamar de joguinho, a fácil e de poucas teclas jogabilidade de GTA remete aos antigos jogos de DOS. Ponto positivo!

Nem é preciso dizer o sucesso que GTA logo se tornou... O jogo já teve 3 versões lançadas, foi difundido para diversas plataformas, e os fãs aguardam o lançamento de GTA IV. Entretanto, na minha modesta opinião, a primeira versão da franquia continua sendo a melhor, mais original, de mais fácil jogabilidade de todas... E o melhor de tudo, pode ser baixada gratuitamente no site da Rockstar. Basta clicar [aqui].




Curiosidades

- Você sabia que os mapas acima citados foram inspirados nas cidades de Nova Iorque, São Francisco e Miami, respectivamente?

- O carro da capa do jogo (acima) é um Chevrolet Caprice usado pela polícia de Nova Iorque na década de 90.

- Enquanto na primeira versão de GTA são necessários 16 MB ram, GTA III requer 96 MB ram.

Tutorial / Dicas / Estratégias

- Guia completo / tutorial de GTA em português.

- Códigos secretos para GTA.

Infos/imagens: Wikipedia e Mobygames.

Nome: Grand Theft Auto (GTA)
Tipo: Jogos / Ação / Corrida
Ano: 1997
Autor: Rockstar
Tamanho: 30 Mb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Análise: Frogger



Frogger, ou também conhecido como o jogo do sapinho que atravessa a rua, foi produzido pela Konami em 1981 e lançado, inicialmente, para arcades. Entretanto, durante os últimos 25 anos foi convertido de forma oficial, ou não, para mais de 30 consoles ou sistemas operacionais! É importante destacar que apesar do jogo ter sido criado pelo Konami, a distribuição ficou por conta da Sega e da Gremlin, por isso nem sempre a referência da Konami é expressa.

Antes de entrar na análise e descrição propriamente do jogo, é necessário esclarecer que a Sega sublicenciou a sua licença para a produção e conversão do jogo para outros consoles que a multinacional japonesa não atuava. Principalmente as empresas Parker Brothers e Sierra foram responsáveis pelas conversões. Portanto, há diversas versões do mesmo jogo para o mesmo console.

O objetivo do jogo é de conhecimento geral. Basicamente, o jogador controla um sapo que verticalmente deverá subir na tela e chegar até a sua toca. O problema é que durante o trajeto, o sapo deverá desviar de carros, caminhões, motos e bicicletas que atravessam uma estrada na horizontal da tela e, posteriormente, atravessar um rio pulando de tronco em tronco e desviando de diversos predadores. Tudo isso deve ser feito contra o relógio sob pena de morte do sapinho! A imagem abaixo retirada da versão dos fliperamas descreve bem o cenário:

Frogger

Atravessar a tela do jogo não é tão fácil quanto parece. Diversas são as possibilidades de insucesso como, por exemplo, ser atropelado, ser comido por um jacaré, estourar o relógio, etc.

Frogger, certamente, é um marco na história dos video games. O joguinho é recomendado para todas as idades, de crianças até para vovôs. No Brasil, a versão para Atari 2600 foi muito popular e marcou a infância e adolescência de muitos. Há centenas de versões do jogo na internet, o que possibilitou que novas gerações o conhecessem e perpetuassem o seu legado.

Infos/imagens: Frogger Especial, KLOV e Wikipedia.

Nome: Frogger
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 1981
Autor: Konami
OS: Arcade, Atari 2600 e outros
Link para o game no emulador online: [aqui]

sábado, 12 de abril de 2008

Análise: The Simpsons Arcade Game

The Simpsons Arcade Game é um jogo no estilo beat 'em up (ver Double Dragon), produzido pela Konami em 1991, inspirado na família mais polêmica dos desenhos animados (que péssima metáfora!). A princípio, o jogo foi produzido para Arcade e, posteriormente, adaptado para PC.

A história do jogo, como não poderia deixar de ser, é bem maluca. Waylon Smithers a pedido do (sempre ele) Mr. Burns rouba um diamante gigante. Durante a fuga esbarra com Homer que passeva com a sua família amarela. O diamante vai parar em Maggie que o usa ao invés da chupeta. Logo, a menina é seqüestrada e a família corre para salvá-la.

O jogador pode escolher qualquer um dos personagens remanescentes. Cada um tem um golpe especial: Bart usa o skate, Margie tem um poderoso aspirador de pó, Lisa tem uma arma que parece uma corda e Homer, bem, o Homer dá socos e chutes... Uma das inovações do jogo é que ao escolher o modo multiplayer os dois jogadores podem dar golpes conjuntos, uma espécie de combo.

Tela Inicial

Homer

A partir da escolha do personagem o objetivo é ir em frente dando porradas... como todo bom beat 'em up. O cenário é baseado nas ruas de Springfield e outros ambientes familiares para os adoradores do seriado. Ao final de cada fase, o bom e velho chefão.

Bart usando o skate...

Chefão

Certamente, este era um dos fliperamas preferidos de minha juventude. Aposto que muitos já passaram horas e gastaram muitas fichas (coisa de velhos) a custa da Família Simpsons. Infelizmente, descobri tardiamente que o joguinho tinha uma versão em PC. Poderia ter economizado uma boa grana. A propósito, roda perfeitamente em DOSBox.

Infos/imagens: Wikipedia e MobyGames.

Nome: The Simpsons Arcade Game
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1991
Autor: Konami
Tamanho: 2,2 Mb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

sexta-feira, 7 de março de 2008

Análise: Double Dragon

Double Dragon é um dos expoentes da era de ouro dos jogos conhecidos como beat-em-up (vulgo andar e dar porrada). O jogo foi produzido em 1987 pela Technos Japan Corporation, como uma continuação extra-oficial de Renegade e lançado para Arcade. Nos Estados Unidos foi distribuído pela Taito.

Antes de entender o objetivo do jogo, é necessário saber a sua história. Double Dragon se passa em uma Nova Iorque destruída por uma guerra nuclear e tomada por grupos criminosos. Neste cenário de pura felicidade, Marian, namorada de Billy Lee é sequestrada pelo maior e mais poderoso desses grupos: The Black Warriors, liderados pelo temido Willy Mackey. O preço do resgate é fornecer o segredo do Sōsetsuken, estilo de arte marcial dominado por Billy e seu irmão Jimmy. Obviamente, o objetivo é guiar os irmãos Lee, dar muita porrada, e resgatar Marian.

Versão para Arcade

O jogador pode escolher qualquer um dos irmãos Lee. A jogabilidade é simples: direcional, pular, dar soco e chutar. Algumas combinações de golpes são possíveis, entretanto, não se compara aos combos atuais. Entre os golpes, é possível dar o clássico roundhouse kick.

Em minha opinião, um dos diferenciais do jogo é que é possível utilizar as armas derrubadas pelos inimigos (tacos de baseball, facas, etc) ou utilizar elementos do cenário como armas (pedras, barris de óleo, etc)

Um aspecto curioso é que além dos 3 chefões, existem apenas 4 tipos de personagens que os dois irmãos cruzam durante o caminho. Em resumo, a sensação é que existem centenas de clones. O chefão Willy é talvez um dos personagens mais chatos de se derrotar dos video games. Ele carrega uma metralhadora e um único tiro mata o jogador!

Double Dragon Arcade

O final do jogo também é singular. É preciso lembrar que Marian é namorada de Billy. Entretanto, se o jogo é zerado com Jimmy, ele ganha um beijão de Marian! O mais bisonho é que se o jogo for zerado em dupla (por Billy e Jimmy), os dois lutarão e o vencedor ficará com Marin!!!(?)

Versão para NES

Double Dragon também foi lançado para diversos consoles, entre eles para o NES (eterno Nintendinho). O jogo sofreu diversas alterações, tanto na sua jogabilidade e gráficos quanto em seu enredo, que ganhou doses ainda maiores de dramalhão mexicano.

Primeiro, muita atenção para a mudanção do enredo: na versão do NES o verdadeiro chefão por trás dos The Black Warriors é Jimmy (que agora é loiro), o próprio irmão de Billy (que agora é moreno)! Sim, Double Dragon é um drama familiar e o irmão loiro é do mal!

Tendo em vista essa reviravolta no enredo (e algumas limitações do NES), agora só é possível jogar com Billy. Assim, foi eliminado o modo multiplayer simultâneo, ou seja, os dois jogadores sairem andando conjuntamente dando porrada. A opção multiplayer passou a ser por turnos: um jogo e quando morre o outro jogo e assim sucessivamente. Certamente, essa foi uma das maiores perdas da versão para o NES.

Outras perdas consideráveis da versão para NES foram que (i) o processador do console permitiam apenas dois inimigos (e ainda iguais) por vez na tela e (ii) só é possível utilizar as armas até o inimigo que você as pegou morre.

Double Dragon NES

Talvez o ponto positivo da versão para o console da Nintendo seja o sistema de aprendizado inserido. No início do jogo, Billy só é capaz de usar golpes básicos e ao longo das fases vai aprimorando os seus golpes e técnicas.

Cinema e TV

Double Dragon foi um jogo de grande sucesso, gerando várias continuações para diversos consoles. Além disso, o jogo inspirou um seriado animado para televisão e um filme (1994).

O filme, inclusive, contou com um elenco de artistas relativamente famosos: (i) Mark Dacascos, conhecido por filmes de artes marciais, interpretou Jimmy, (ii) Scott Wolf, de Everwood e O Quinteto, interpretou Billy, e (iii) Alyssa Milano, de Charmed, fez Marian. O resultado do filme é péssimo e quase entrou em minha lista das piores adaptações para o cinema...

Conclusão

Double Dragon é um jogo que marcou época e firmou um gênero. Isso é suficiente para fazer dele um jogo a ser jogado para sempre!

Infos/imagens: KLOV, MobyGames e Wikipedia.

Nome: Double Dragon
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1987
Autor: Technos Japan Corporation / Taito
OS: Arcade / NES e outros
Link para o game no emulador online (vNes): [aqui]

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Análise: Castle Wolfenstein

Ao ler o título imaginou um jogo de tiro, em primeira pessoa, com cenário 3D? Pois, errou! Estamos falando de Castle Wolfenstein, o clássico joguinho da Muse Software de 1982 que inspirou a franquia de sucesso da id Software e para muitos o melhor jogo de ação já produzido. O game foi lançado inicialmente para Apple II e depois para DOS e Atari e é considerado o precursor do gênero "stealth game" (ex: Metal Gear).

A história se passa durante a segunda guerra mundial e o objetivo é sair do castelo roubando o máximo de informações e estratégias de guerra dos alemães.

O início do jogo é tenso. O jogador tem uma arma e algumas balas que roubou de seu companheiro de cela e deverá fugir dos guardas que o perseguem. Há dois tipos de guardas: os fáceis de derrotar e os difíceis (SS Stormtroopers), que além de serem mais inteligentes, usam coletes a prova de bala. O jogador deverá optar por matá-los, rendê-los e/ou se fantasiar de guarda para avançar. Balas, munições e coletes (e bebidas!) são obtidos dos guardas mortos e rendidos. O ideal é economizá-los o máximo possível.

Sugiro reparar os gritos dos guardas e outros sons (grunhidos) ouvidos durante o jogo uma vez que foram um grande avanço para a época.

Considerando a idade do jogo, pode-se dizer que é muito rico em detalhes e diversos de seus conceitos foram aproveitados em jogos posteriores. Temos mais um claro exemplo de que uma boa idéia é requisito essencial para um bom jogo. Enfim, não foi a toa que a id Software se inspirou nele para criar a sua franquia de sucesso.

Castle Wolfenstein

Curiosidades:

- Foi criada uma paródia do jogo chamada Castle Smurfenstein em que os gráficos e sons foram substituídos por similares do desenho The Smurfs.

- O jogo também é conhecido como Wolfenstein 2D.

Infos/imagens: HOTU, MobyGames e Wikipedia.


Nome: Castle Wolfenstein
Tipo: Jogos / Ação / Estratégia
Ano: 1982
Autor: Muse Software
Tamanho: 69 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Análise: Ghostbusters (1988)

Antes de falar sobre o jogo vou comentar como o conheci com o "clone" do Nintendo 8 bits, o Phantom System. Para quem não sabia ou não vivenciou sua época, era um console nacional da Gradiente que foi lançado já no final dos anos 80. Era compatível com os cartuchos do Nitendinho (NES 8 bits). Teve seu breve sucesso por ter sido lançado numa época em que a Nintendo não demonstrava o mínimo interesse em lançar o seu console por aqui.

Como o Atari já estava mais do que saturado no mercado e todos queriam novidades, o Phantom System foi quem proporcionou para muita gente, o primeiro e talvez o maior salto de qualidade nos games. Eu particulamente fiquei mais espantado e entusiasmado quando saí do Atari para os jogos 8 bits, do que nos tempos atuais.

Ghostbusters foi um dos primeiros games que joguei no Phantom. Naquela época o filme já era um sucesso, jogá-lo então era uma ótima experiência. De início você ficava rodando um mapa, que mais parecia um tabuleiro até conseguir encontrar uma ocorrência para ir solucionar. Você tinha um medidor de "PK Energy", que quando chegava em um determinado nível você podia mandar bala. A melhor hora era quando entrava em ação. Primeiro você corria com o carro dos Caça-Fantasmas pelas ruas, enfrentando diversos obstáculos até chegar ao prédio ou construção que estava sendo assombrada. Chegando no recinto era só utilizar seus equipamentos para capturar os fantasmas, igualzinho aos do filme e desenho.

No mapa inicial você podia também comprar equipamentos para facilitar a vida de seus caça-fantasmas, além de ter a opção de pegar um carro melhor. Para quem não tem um emulador de Nintendo no PC, uma ótima dica já foi dada aqui no Blog dos Joguinhos, O Emulador de NES online (vNes), dentre os vários games deste console temos é claro este que foi um verdadeiro clássico.

Infos/imagens: Wikipedia.

Nome: Ghostbusters
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1988
Autor: Activision
OS: NES 8 bits
Link para o game no emulador online (vNes): [aqui]

Por Márcio Melo - Porra, man!, gentilmente convidado para escrever periodicamente aqui no Blog dos Joguinhos.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Análise: Pitfall!

Pitfall, um dos maiores clássicos do Atari 2600, foi lançado em 1982 pela Activision a partir da idéia e projeto de David Crane.

O joguinho foi um grande sucesso na época e vendeu mais de 4 milhões de cópias. Até hoje muitos elegem Pitfall como um dos jogos mais divertidos já produzidos. E pensar que tudo isso veio da idéia de David Crane de fazer um joguinho que tivesse um homem palito correndo...

O objetivo é muito simples: controlar o personagem principal Pitfall Harry (sim, é o nome do garoto) por uma floresta-labirinto com o intuito de recuperar 32 tesouros espalhados pelo cenário em um período de 20 minutos. Durante o percurso, o jogador encontrará muitos obstáculos como buracos, jacarés e cobras.

A cada objeto que é recolhido, o jogador ganhar determinado número de pontos que varia de 2.000 a 5.000. Encostar nos obstáculos culminará na perda de pontos. A pontuação máxima para completar o jogo de forma perfeita é 114.000 pontos.

Ao iniciar o jogo nenhuma tela de opções ou texto orienta o jogador, o que pode causar confusão para os iniciantes (como ocorria com a maioria dos jogos do Atari). Entretanto, a jogabilidade é extremamente simples e fácil de ser captada. Não tem segredo...

Pitfall teve uma série de sequências para diversos consoles, entretanto, nenhuma fez tanto sucesso ou teve tanto impacto quanto a versão original de 1982 que pode ser jogada online [aqui].

Pitfall!

Curiosidades:

- O jogo foi tão popular que inspirou uma série de TV baseada em seu personagem.

- Dizem que o grito do personagem na corda foi inspirado em Tarzan.

- Há boatos de que o personagem Indiana Jones foi inspirado em Pitfall. Entretanto, considero que não seja verdade, uma vez que o primeiro filme da série é de 1981 e o jogo foi lançado no ano posterior.

- Jack Black estreou na televisão em um comercial do jogo, conforme pode ser visto no vídeo abaixo:


Infos/imagens: MobyGames e Wikipedia.

Nome: Pitfall!
Tipo: Jogos / Ação / Aventura
Ano: 1982
Autor: Activision
Tamanho: ???
OS: Atari 2600
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

sábado, 22 de dezembro de 2007

Análise: ANSi Dude

Quem joga ANSi Dude pela primeira vez demora a acreditar que o jogo é feito em caracteres de texto, ou seja, não há gráficos, apenas texto (clique [aqui] para maiores informações). Os gráficos realmente impressionam (obviamente levando em consideração o fator mencionado acima).

A história do jogo é meio maluca: você é um ANSi Dude que por uma razão qualquer pousa a espaçonave em um planeta desconhecido e então terá que passar por uma aventura em 24 níveis. Sinceramente, por falta de tempo, nunca cheguei até o último nível, então nâo posso dar maiores informações.

Durante os níveis, além de solucionar diversos quebra-cabeças, o jogador terá que detonar seres do mal. Como no início é um pouco difícil identificar o que é um ser do mal, sugiro que de uma olhada na tela de ajuda do jogo. Assim, rapidamente saberá o que é o que.

O ANSi Dude tem a disposição algumas armas (itens especiais) que o ajudarão a solucionar as missões. Mas tome cuidado, por o uso das armas é limitado pela quantidade de bateria disponível. Então, guarde o máximo de bateria possível. Além disso, entre essas armas, se destaca a possibilidade de se auto destruir para iniciar a fase novamente.

Há mais de uma forma de solucionar cada fase, o que dá mais diversão ao jogo e evita com que ele se torne cansativo a curto prazo.
ANSi Dude é a prova de que as possibilidades de text-based games são ilimitadas. Quando alguém lhe diz que um jogo feito somente em texto é limitado graficamente, é porque nunca jogou ANSi Dude!

Infos/Imagens: Text Mode Games e Moby Games.

Nome: ANSi Dude (aka. The Amazing Adventures of ANSI Dude)
Tipo: Jogos /Ação / Aventura
Ano: 1995
Autor: VectorScope Software
Tamanho: 122 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*


*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Análise: River Raid


O jogo foi lançado em 1982 pela Activision, uma das maiores desenvolvedoras de jogos da época e que foi fundada por uma equipe de ex-programadores da Atari. Inicialmente, foi concebido para a plataforma Atari 2600.

Um dos pontos que mais ganham destaque em River Raid é o fato de ter sido criado por uma mulher, Carol Shaw, em uma época em que grande parte dos programadores eram homens.

A idéia do joguinho é bem simples: o jogador controla um avião que sobrevoa o curso de um rio e no caminho tem que eliminar os inimigos que aparecem pela frente. Além disso, há trechos em que o jogador deve escolher qual lado seguir, bem como detonar pontes ou objetos que impedem a sua passagem. Periodicamente é necessário abastecer a nave passando em cima dos tanques de combustível que surgirem no caminho.


Em minha opinião (eticamente roubada de outros artigos sobre o jogo), dois fatores fizeram de River Raid um dos maiores clássicos dos games: (i) ao contrário dos jogos similares da época, em River Raid a aeronave caminha "para cima", em detrimento das tradicionais telas fixas, e (ii) o código de programação do jogo faz com que os cenários e objetos sejam randômicos, assim não há como "decorar" o caminho a ser seguido.

Curiosidades:

- Cogitou-se a idéia de, ao invés de controlar um avião, controlar um barco.

- Uma das idéias de Carol Shaw era fazer um jogo que se passasse no espaço. Entretanto, tendo em vista a falta de originalidade do tema, já que existiam diversos joguinhos similares, a Activision podou a idéia.

- River Raid gerou dezenas de remakes ou clone. Confira alguns clicando [aqui].

- O joguinho teve uma continuação (River Raid II) de pouco sucesso.

Infos/Imagens: River Raid, Wikipedia e MobyGames.


Nome: River Raid
Tipo: Jogos /Ação
Ano: 1982
Autor: Activision
Tamanho: ???
OS: Atari 2600
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

sábado, 8 de dezembro de 2007

Análise: Arkanoid

Arkanoid é um joguinho que traz uma idéia simples, entretanto, que fez escola e criou milhares de fãs de todos os lugares do mundo. O jogo foi comercializado inicialmente pela Namco e foi sucesso nos arcades.

O jogo é composto por uma bolinha e uma pá. O objetivo é rebater a bolinha com a pá, quebrando todo o paredão na sua frente. Caso a bolinha caia, você perde. Quanto mais blocos da parede você destruir, mais pontos ganha e novos poderes/benefícios vão caindo. Há toda uma história de combate espacial nas entrelinhas das missões.

O jogo além de ser lançado para diversos plataforma, iniciou uma era de games chamados de breakout clones que você pode verificar clicando [aqui].

Arkanoid foi eleito o jogo mais popular n. 57 de todos os tempos em uma lista de 100 jogos elaborada pela revista Game Informer em 2001.

Infos/Imagens: MobyGames, Wikipedia e Abandonware Paradise.

Nome: Arkanoid
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1986
Autor: Taito
Tamanho: 83 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]