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Análise: FootyManager (by Jonathan Davies)

É impressionante como alguns jogos são tão simples e ao mesmo tempo surpreendentes. FootyManager, aliás nem sei se esse é o nome correto do joguinho, foi programado por Jonathan Davies para rodar em Excel. Isso mesmo, um jogo para rodar no editor de planilhas da Microsoft.

Trata-se de um jogo de futebol manager e text-based (obviamente). Você deve escolher um time da Liga Inglesa e armar o plantel escolhendo os melhores jogadores de acordo com a classificação de habilidade e preparo físico.

A classificação dos jogadores é simples e depende apenas de uma variável. Por exemplo, o jogador com classificação 1 é pior do que o com classificação 2 e assim por diante. Nesse quesito lembra o clássico Elifoot 98.

Outro item que recai diretamente no resultado das partidas é o preparo físico. Você deverá escolher os jogadores mais descansados, na medida do possível, e que não estejam machucados. A situação de cada jogador é mostrada pela cor (de verde a vermelho) que apareça na posição que cada um ocupa. Aliás, os jogadores são classificados como goleiros, zagueiros, meio campistas e atacantes. Não há, por exemplo, laterais ou volantes. É possível de forma pouco avançada vender e comprar jogadores.

O resultado é um joguinho fácil, simples, mas muito divertido! O único defeito é que não consegui rodar na planilha de cálculo do OpenOffice, uma pena...

Infos/Imagens: MrExcel

Nome: FootyManager (by Jonathan Davies)
Tipo: Jogos / Futebol / Manager
Ano: ???
Autor: Jonathan Davies
Tamanho: 310 Kb
OS: Win (MS Excel)
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Harvest Moon

 Harvest Moon, clássico do SNES, foi produzido pela japonesa Natsume e lançado em 1996 e, posteriormente, trazido para solo ocidental. Até hoje é uma das franquias mais comentadas e "cults" do video game.

O público costuma se dividir entre aqueles que adoram e aqueles que odeiam o jogo. Na minha sempre subjetiva e egoísta opinião classifico o jogo como "legalzinho"...

Vamos a história, objetivo, enfim entender o que se passa: você é um jovem garoto pleonasmo que recebe de seus pais a missão de cuidar da fazenda que era de seu avô. Assim, ao longo dos anos seguintes deverá cuidar adequadamente das plantações, animais, equipamentos, etc, e ainda arranjar tempo para conquistar uma garota, casar e ter filhos. Haja folego! O resultado é uma mistura de RPG com simulação.
De acordo com os eventos do jogo que podem ocorrer devido ao sucesso de sua plantação, sucesso do xaveco, novos desafios, oportunidades e/ou itens são lançados. Por exemplo, de acordo com a afeição de sua amada por Você o resultado poderá ser uma prole. Da mesma forma há eventos randômicos, como o bom e velho terremoto que adora atormentar os jogos de simulação.

Quer saber por que classifiquei o jogo como "legalzinho"? Bem, adoro jogos de simulação mas não gosto de RPG. Além disso, se você quer simular uma fazenda, jogue SimFarm, agora se quer xavecar uma garota no computador, entre no MSN, ou procure um dating simulator em flash.

Por fim, para os mais moderninhos, uma ótima forma de conhecer ou jogar novamente Harvest Moon é compra a versão original que foi re-lançada para o console virtual do Wii.

Infos/imagens: MobyGames e Wikipedia.

Nome: Harvest Moon
Tipo: Jogos / Simulação / RPG
Ano: 1996
Autor: Natsume
Tamanho: ???
OS: SNES
Info sobre como obter: [aqui]*


*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: One-Nil (1-0 Soccer Manager)


Trata-se de mais uma produção da Wizard Games of Scotland, uma de minhas game houses preferidas, conforme já deixei claro em posts anteriores. Assim como em outros jogos da Wizard, como Rockstar e Greyhound, em One Nil prevalece a imaginação do jogador já que não há imagens, apenas texto.

One Nil é um jogo de futebol manager em que o objetivo do jogador é treinar a sua equipe e controlar algumas funções básicas administrativas do time. Não espere gráficos do jogo, já que conforme dito é um text-based game, entretanto, há uma série de estatísticas que ajudam o jogador a melhor administrar o seu time.


Os times disponíveis são os da Liga Inglesa de 1992, portanto, para os mais novos muitos jogadores serão desconhecidos. Para os mais velhinhos será um prazer relembrar velhos craques...

É possível assistir o andamento das partidas. Os jogadores são representados por letras o que no início poderá parecer bastante confuso, no entanto, com o tempo é fácil se adaptar.


O joguinho teve duas continuações que seguiram a mesma linha. A conclusão é que temos mais um bom jogo da Wizard Games. Admito que não é dos melhores, entretanto, não deixa de ser uma opção divertida, fácil de jogar e uma ótima forma de se introduzir no mundo do futebol manager!

Infos/imagens: Mobygames e Abandonia.

Nome: One-Nil (1-0 Soccer Manager)
Tipo: Jogos / Futebol / Manager
Ano: 1992
Autor: Wizard Games of Scotland
Tamanho: 310 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Gradius III

Gradius é uma franquia de jogos de nave 2D - horizontal - desenvolvida pela Konami e lançada a partir de 1985 para arcades e posteriormente para consoles, entre eles o NES (jogue Gradius no Firefox). Na Europa a franquia também é conhecida como Nemesis. A franquia lançou um dos mais tradicionais personagens do video game: a nave Vic Viper.

Gradius III é, obviamente, a terceira edição da franquia, lançada em 1991 para SNES. A versão para SNES sofreu algumas alterações com relação a versão original para Arcade, entre elas: alterações gráficas e alterações no nível de dificuldade (ficou mais fácil).

O objetivo do jogo é simples: você controla uma navinha (a tradicional Vic Viper) e deve derrotar todos os inimigos que surgirem na frente, sempre desviando dos obstáculos. Além disso, é possível obter uma série de armas (tiros, por exemplo) e recursos especiais (escudo) de acordo com o desenvolvimento do jogo.


Aliás, com relação as armas é possível "editar" a configuração de sua nave combinando diferente tipos de armas, o que é um recurso "show de bola".

Ao todo são 10 níveis, cada um com o seu tradicional chefão. O jogo, mesmo no modo easy, não é fácil e para progredir é necessário muito treinamento. Se a versão de SNES é difícil, imagine a versão para Arcade em que não há continues...

Para muitos (incluindo eu) Gradius III é um dos melhores jogos de nave já produzidos. Vale a pena experimentar!

Infos/imagens: Gradius Tribute, Wikipedia e MobyGames.

Nome: Gradius III
Tipo: Jogos / Ação / Nave
Ano: 1991
Autor: Konami
Tamanho: ???
OS: SNES
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Bomberman [jogos para iPod]

[este post é parte do "Especial: Jogos para iPod" do Blog dos Joguinhos - para saber como adquirir o jogo, em quais iPods roda, etc e tal, vá até a página do especial]

O clássico Bomberman da Hudson Soft que se popularizou a partir de sua versão para NES também ganhou espaço no iPod. Aliás, se Você quiser saber mais sobre a versão clássica do jogo, veja a análise que o blog fez no passado.

O objetivo do jogo foi mantido com algumas limitações, conforme será dito abaixo. Entretanto, o basicão e o espiríto Bomberman ainda estão presentes e contribuem positivamente na versão para o tocador da Apple.

Prós:

- a possibilidade de jogar Bomberman ouvindo músicas bombásticas , que trocadilho horrível, .

- um bom (leia-se inteligente) aproveitamento das teclas do iPod, o que torna a jogabilidade fácil e agrádavel.

- gráficos e cenários que lembram as versões originais do jogo.

- desafios especiais (e bem esquisitos)a cada 5 fases.

Contras:

- não há o famoso modo death match, vulgo mata-mata, que é uma das opções mais legais da franquia.

- poucas fases e limitação de funções, por exemplo, não é possível chutar as bombas.

Conclusão: Vale a pena comprar?

Apesar dos contras listados acima, Bomberman é o jogo mais legal para iPod de todos os que tive a oportunidade de jogar e, certamente, vale a pena desembolsar US$ 5 (cincão) nele!

Imagens: iLounge

Tetris [jogos para iPod]

[este post é parte do "Especial: Jogos para iPod" do Blog dos Joguinhos - para saber como adquirir o jogo, em quais iPods roda, etc e tal, vá até a página do especial]

Como era de se esperar, Tetris, o jogo dos tetraminos, idealizado em plena União Soviética também ganhou uma versão para o tocador de músicas da maçã capitalista. A propósito, Você conhece a história de Tetris?

A adaptação foi produzida pela Electronic Arts e manteve os objetivos, metas, enfim tudo aquilo que faz Tetris ser Tetris.

Abaixo os prós e os contras da versão iPod:

Prós:

- Os gráficos futuristas e que abusam do azul ficaram muito bons!

- A mixagem de uma das melhores músicas tema da história do video game também ficou show.

- Adicionado um recurso que permite ver de forma antecipada o local em que os tetraminos ficarão.

- A jogabilidade por meio do Ipod apesar de não ser inteligante - vide abaixo - é simples e fácil de controlar.

Contras:

- Não é possível escolher vários tipos de músicas tema, como na versão para Game Boy, bem como a música tema não toca durante o jogo, o que é uma pena já que um dos objetivos do iPod é ouvir música. Obs: é possível ouvir outras músicas de seu tracklist durante o jogo, mas a música tema não.

- Apesar de ser fácil controlar as peças pelo iPod, não achei o controle inteligente. Seria mais legal se as peças rodassem de acordo com o comando circular do iPod, o que não ocorre.

Conclusão: Vale a pena comprar?

Sim. Ora, Tetris é Tetris e vice versa! Um ótimo passatempo e perfeito para ser usado em conjunto com o iPod.

Imagens: iLounge

Sonic the Hedgehog [jogos para iPod]

[este post é parte do "Especial: Jogos para iPod" do Blog dos Joguinhos - para saber como adquirir o jogo, em quais Ipods roda, etc e tal, vá até a página do especial]

Sim, nobres game maníacos, Sonic, o ouriço azul, personagem símbolo da Sega por muitos anos, e protagonista de um franquia muito popular de jogos está de volta em sua versão para o iPod.

O contexto, objetivo, enfim o jogo em si, é uma cópia daquilo que fez de Sonic um símbolo: muita ação, correria, loops, moedas e inimigos.

Abaixo os prós e os contras da versão iPod:

Prós:

Os gráficos, sons, em resumo, todos os elementos do jogo são muito fiéis a versão original do Mega Drive. A impressão é que você está realmente jogando uma mini versão do console e o iPod não perde em nada para um Gameboy nesse quesito.

Contras:

Vejo dois principais problemas nessa versão: (i) a jogabilidade do controle do Ipod, e (ii) o nível de dificuldade.

É extremamente confuso e chato controlar o jogo nos botões do Ipod. Digo mais, é irritante! Apesar de haver duas opções de controle - uma para jogar com uma mão e a outra utilizando as duas mãos - nenhuma me agrada. Definitivamente, o Ipod não foi criado para jogos de plataforma nesse estilo.

Com relação ao nível de dificuldade, mesmo com o controle bisonho, é quase impossível não ganhar. Primeiro, para o Sonic morrer é necessário que ele seja atingido enquanto tem um saldo zero de moedas, o que já é muito raro, além disso há continues infinitos e o jogador pode salvar o jogo de qualquer ponto de qualquer fase... Assim ficou fácil demais...

Conclusão: Vale a pena comprar?

Sinceramente? Não vale. O jogo não é chato mas, repito, o Ipod não é o melhor console para ele.

Para finalizar, há algum tempo um geek postou um comentário que achei muito interessante. Enquanto o Mario se reinventa e é personagem em diversos jogos, o Sonic, hoje um ouriço barrigudo e nada carismático, caiu no esquecimento e vive na memória dos fãs, dependendo de remakes como o aqui analisado. Uma pena!

Imagens: iLounge

Análise: Cinema Tycoon

Utilizando mais uma de minhas convenções subjetivas sobre o termo joguinho, posso dizer que Cinema Tycoon é o tipo moderno dos antigos joguinhos. Não é tão pequeno quanto aqueles de antigamente, entretanto, não é tão pesado quanto os jogos atuais. Não é tão divertido quanto os antigos joguinhos, mas também não é chato. Enfim, Cinema Tycoon é um moderno joguinho mais ou menos...

O jogo foi produzido pela TikGames em 2005 (informação não oficial) e é distribuído na Internet por diversos sites, entre eles o popular Reflexive Arcade.

É um jogo da série tycoon em que o seu objetivo é administrar um cinema e fazendo ele progredir com o tempo. O jogador pode escolher 3 tipos de jogos diferentes, bem como iniciar o cinema em 3 diferentes locais. Não me atentarei aos detalhes dos modos de jogos e locais, já que no fundo todos seguem o mesmo padrão.

Enfim, o jogador deverá de acordo com o gosto do público e capacidade técnica do equipamento escolher qual filme colocar em cartaz. É possível construir e/ou comprar uma série de acessórios como equipamento de som, cadeiras mais confortáveis, lanchonete, etc. Além disso, o jogador tem total controle sobre as finanças: preço dos ingressos, promoções, etc.

A idéia do joguinho é sensacional. Entretanto, o resultado é um jogo divertido nas primeiras horas, mas que depois cansa... vai ficando repetitivo... falta aquela algo mais! Em caso de dúvidas, sugiro fazer o download da versão trial para tirar as suas próprias conclusões.

Infos: Reflexive Arcade

Nome: Cinema Tycoon
Tipo: Jogos / Simulação
Ano: 2005
Autor: TikGames
Tamanho: 14,5 Mb
OS: Win
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Amnesia

Um divertido text-based game com a história elaborada pelo escritor Thomas M. Disch e lançado pela Electronic Arts em 1986 para PC e Apple II.

Inicialmente, é preciso esclarecer que é requisito fundamental para entender o jogo e até mesmo para jogá-lo, ler e escrever em inglês. Todos os comandos, ações, decisões, descrições, enfim, tudo é escrito em inglês.

A história do jogo é fascinante e logo vicia qualquer um... O jogador acorda em um quarto de hotel sem saber quem é, sem saber o porquê de estar lá, sem saber em que cidade está, pelado e sem dinheiro... Daí o título Amnésia.

Com base em comandos de texto, o jogador controla o personagem principal de acordo com os acontecimentos que vão sendo narrados. Por exemplo, para levantar da cama é necessário digitar "wake up".

Ao longo do joguinho os acontencimentos vão se mostrando cada vez mais misterioso e ao final o jogador deve descobrir o que de fato está ocorrendo.

Um estilo de jogo em extinção, com uma ótima história e viciante. Vale a pena arriscar! Roda em DOSBox.

Curiosidades:

- O único jogo 100% text-based publicado pela Electronic Arts.

- Thomas M. Disch é um famoso escritor de ficção científica, ganhador de diversos prêmios e autor de dezenas de livros.

- Foi escrito um roteiro para o cinema baseado no jogo, entretanto, até hoje não foi produzido.

Infos/imagens: Wikipedia e MobyGames.

Nome: Amnesia
Tipo: Jogos / Estratégia
Ano: 1986
Autor: Electronic Arts
Tamanho: 385 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Lemonade Stand

Lemonade Stand é a prova de que tamanho não é documento para bons jogos. Com os seus 50Kb (versão PC) o joguinho de 1973 apresentou um conceito que ganhou diversos seguidores, entre eles o clássico Lemonade Tycoon, e se eternizou entre os jogadores.

O jogo foi criado por Bobb Jamison em 1973 e portado para Apple II em 1979 e inclusive na década de 80 acompanhava os computadores da Apple, assim como o Campo Minado está para o Windows.

É quase um text-based game já que tem algumas poucas imagens e de jogabilidade muito simples e intuitiva.

O objetivo do jogo é montar uma pequena barraca de limonada com um capital inicial de US$ 2. Assim, é apresentada a previsão do tempo para o jogador que deverá decidir quantas limonadas fazer, quantas placas de publicidade utilizar e qual o preço final do produto.

Há algumas variáveis que afetam diretamente no sucesso do negócio como a previsão do tempo, o preço do limão e da limonada, a publicidade e efeitos randômicos como chuvas que ocasionam na perda de todo o dinheiro de um suado dia de trabalho.

Lemonade Stand traz conceitos básicos de economia e por isso foi muito utilizado nas escolas.

É um jogo divertido que agrada o público de todas as idades! A versão para PC (remake da original) roda em DOSBox.

Infos/imagens: MobyGames, Hotu e Wikipedia.

Nome: Lemonade Stand
Tipo: Jogos / Simulação
Ano: 1973
Autor: Bobb Jamison
Tamanho: 50 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter (versão PC): [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Cyberdogs

Cyberdogs é um jogo de ação com vista de cima para baixo (top-down) produzido em 1994 por Ronny Wester. O destaque é o fato de ser freeware.

O objetivo é simples: recolher alguns objetos espalhados por um cenário na forma de um labirinto, evitando ser pego (e morto) pelos guardas do local. O jogador pode escolher 3 diferentes personagens para controlar, além de uma série de armas e objetos de defesa de acordo com o dinheiro disponível. A compra armas e outros objetos (inclusive vidas) é mais um dos pontos positivos desse joguinho!

A jogabilidade também é muito simples e o jogador rapidamente se adapta com o ambiente do jogo.

O joguinho além de viciante é muito divertido e merece uma chance de quem nunca jogou. Infelizmente, Cyberdogs é praticamente um conceito de jogo (feito por uma pessoa, freeware e para DOS) em extinção pois está sendo substituído por similares em flash. O joguinho roda perfeitamente em DOSBox.

Infos/imagens: MobyGames e OldSchoolDos.

Nome: Cyberdogs
Tipo: Jogos / Ação
Ano: 1994
Autor: Ronny Wester
Tamanho: 256 Kb
OS: DOS
Info sobre como obter: [aqui]*

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Análise: Grand Prix Manager 2

Texto por Márcio Melo (Porra, man!).

Como prometido por mim ao Thiago irei postar ao menos 4 vezes ao mês aqui no Blog dos Joguinhos. Vou recomeçar minhas escassas atividades da melhor forma possível, unindo duas grandes paixões minhas: Fórmula 1 e Jogos Manager.

Como o próprio Thiago diria na verdade não se encaixa bem como um joguinho na opinião dele (a gente sempre tem que ouvir o "dono"), entretanto, como ele comentou sobre o F1 Manager e o GP2 da Wizard Games, me senti no dever de fazer uma análise de um jogo do estilo que lembrei de cara ao ver os posts dele, e um jogo fantástico diga-se de passagem.

Grand Prix 2 Manager até hoje é imbatível, nenhum jogo no estilo conseguiu se sair melhor no quesito diversão e opções de "controle" do que ele. Você não pilota carro nenhum e suas preocupações estão muito além do que fazer uma pole position. No comando de uma equipe de Fórmula 1 você precisa controlar tudo, desde contratação de pilotos até estratégia de corrida, paradas, trocas de pneus e por aí vai.

O jogo foi criado pela Microprose em 1996 e possui um editor para que você possa colocar os nomes atuais dos pilotos, o que o torna bastante interessante. Além de contratar os pilotos você precisa contratar sua equipe de engenheiros, mecânicos, etc. Outra grande preocupação é com quem vai lhe dar subsídios para contratar os melhores e ter a disposição os melhores carros e equipamentos, seus patrocinadores.

Ter uma equipe de F1 é bastande caro, milhões vão sumindo em alguns cliques. Tem as opções de empréstimos bancários que a curto a prazo lhe salvam, mas a longo prazo podem ser o seu fim. Além de tentar conseguir sempre melhores cotas de patrocínio, você ainda tem a opção de merchandising ao seu dispor.

Também era muito divertido a opção que você tinha de "roubar" a tecnologia alheia. Se você investisse em "espionagem" podia ver o que a equipe "inimiga" tinha e então aplicar na sua equipe sem precisar ter que "evoluir", pagar todos os níveis iniciais para chegar àquele ponto.

Contando com diversos modos de visualização da corrida, que ia desde visualizar a pista volta a volta, até simplesmente chegar ao resultado final, todo o trabalho de montar sua estratégia de paradas, combustível era bastante emocionante. Depois você podia ver a merda tática que você fez em prática. Para começar vencendo corridas você tinha que escolher as equipes de ponta que eram a Benetton, McLaren, Willians e Ferrari. Com as outras equipes de início seria apenas dor de cabeça e comemorar completar e fazer 1 ponto ao menos nas provas.

O carro tem que sempre ir se atualizando e é importantíssimo você completar o design do chassi do seu carro antes de terminar a temporada, se não na próxima você irá começar a correr com o carro do "ano passado", o que logicamente, como a gente vê no "mundo real" é bastante problemático.

Existe um site o GPM2World que possui alguns "mods" do GP2Manager, o último com a atualização para a temporada de 2005 com equipes, pilotos. Vale muito a pena. Ainda sim você irá precisar configurar o game para rodar o modo de vídeo em 256 cores (Botão direito do Mouse -> Propriedades -> Compatibilidade -> Executar 256 cores).

Nem todo jogo manager consegue ser ao menos tempo divertido e bastante próximo do real. Essas qualidades são encontradas em GP Manager 2, o que faz dele um dos meus jogos preferidos. Perdi horas e horas com ele, e consegui contaminar muita gente com esse vício.

Infos/imagens: Abandonia e SimRacingWorld.

Nome: Grand Prix Manager 2
Tipo: Jogos /Manager
Ano: 1996
Autor: Microprose (Edward Grabowski)
Site Oficial: http://www.edwardgrabowski.com/aboutGpm2.htm
Tamanho: 37 mb
OS: WIN
Info sobre como obter: [aqui] e [aqui]*


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Análise: Rally-X

Quando eu construir o meu fliperama caseiro, um dos potenciais jogos instalados será Rally-X. Trata-se do clássico da Midway de 1980 em que "um carrinho deve pegar as bandeiras em um labirinto sem deixar com que os carinhos inimigos o peguem, podendo soltar fumaça para atrapalhar os adversários". Lembrou?

Bem a descrição não foi das melhores... O jogador controla um carro azul que deverá percorrer um labirinto para recolher as bandeiras. Os inimigos são os carros vermelhos que o perseguem e algumas rochas espalhadas pelo trajeto. Ah! Não podemos esquecer que tudo isso é contra o relógio que é representado pela gasolina (fuel). A única arma é soltar uma fumaça que atrapalha e impede a passagem dos inimigos. Entretanto, a fumaça aumenta consideravelmente o consumo da gasolina...

A jogabilidade é extremamente simples. O carro anda automaticamente, sendo que o jogador poderá apenas mudar a direção. Caso encontre um obstáculo, voltará no sentido oposto (com exceção das rochas que são mortais).

Frequentemente, há um estágio bônus em que o jogador poderá pegar as bandeiras sem a interferência dos carros vermelhos.


O jogo foi lançado originalmente para arcade e depois adaptado para consoles. Uma continuação do jogo foi feita em 1981 e lançada com o nome original de New Rally-X e hoje pode ser jogada via XBox Live.

A conclusão é que Rally-X é um clássico que já consumiu horas e horas de minha vida em diversos fliperamas e, definitivamente, é um jogo a ser jogado!

Infos/imagens: KLOV e Wikipedia.

Nome: Rally-X
Tipo: Jogos / Corrida / Ação
Ano: 1980
Autor: Midway
Tamanho: ???
OS: Arcade
Jogar Online: [aqui]

Análise: F1 Manager 2000 (Electronic Arts)

F1 Manager é mais um exemplo de um não joguinho que comento. É não joguinho porque mais uma vez na minha subjetiva classificação de joguinhos ele não se enquadra, simplesmente por isso. Além disso, qualquer um que já o jogou sabeque não é um joguinho, enfim... Bem, também é outro exemplo de jogo que comprei sem nunca ter jogado e me decepcionei.

Na verdade, acompanhei com grande entusiasmo o seu lançamento no Brasil (algo entre 2000/2001). Na época estava sem muita grana, mas mesmo assim dei um jeito e consegui comprá-lo. Isso tudo pela minha obsessão de encontrar um bom jogo manager de Formula 1.

F1 Manager prometia bastante: jogo da EA, com dados e informações oficiais da Formula 1 (1999), fotos dos pilotos, possibilidade de assistir as corridas, interação com mecânicos, enfim, um prato cheio para quem gosta desse esporte, principalmente, focado no lado manager.





O resultado? Na minha opinião decepcionante. Explico o motivo. O jogo nem é tão ruim, realmente faz o que se propõe a fazer. Entretanto, tem um sério bug, ele trava ao final do primeiro ano quando o jogador tenta renovar alguns dos contratos de fornecimento... Só fui descobrir a solução bisonha para o bug 3 anos depois: alterar o horário do relógio do windows para GMT 0 (???).

Fora isso, as funcionalidades são boas. Os gráficos são legais. Não é um jogo complexo, mas também não é tão simples quanto o Grand Prix 2 da Wizard Games.

É claro que as equipes e pilotos hoje estão bastante desatualizadas... e não há um editor embutido para selecionar esse problema. Na época, o Rubinho ainda era uma promessa. Entretanto, ajuda a saciar (ok, nem tanto) a vontade dos fãs do gênero dmanager de F1.

Infos/imagens: MobyGames e HOTU.

Nome: F1 Manager 2000
Tipo: Jogos /Manager
Ano: 2000
Autor: Electronic Arts
Tamanho: ???
OS: WIN
Info sobre como obter: [aqui]*

*Lembro que o Blog dos Joguinhos não disponibiliza arquivos para download, mas tão somente a indicação de onde o jogo poderá estar disponível para compra ou download de acordo com informações públicas disponíveis em outros sites especializados da Internet (sujeito a alterações dos proprietários destes sites e/ou autores dos jogos).

Análise: Mario Paint

Mario é um cara polivalente... O simples encanador já fez um pouco de tudo, nesse "jogo" se meteu a pintar. E deu certo. Coloquei a palavra jogo entre parênteses porque Mario Paint não é lá um jogo. É uma ferramenta de entretenimento variada, que possui diversas atividades.

Talvez a principal delas seja a ferramenta de pintura ou desenho que pode ser equiparada a uma versão melhorada do Windows Paint. Antes é necessário abrir um parênteses de que Mario Paint introduziu o mouse para o console SNES. Isso mesmo, Mario Paint era "jogado" por meio de um mouse que acompanhava o jogo.